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Autoperdão: como se libertar da culpa, mágoas e ressentimentos

Perdoar é uma das atitudes mais nobres que o ser humano pode tomar em relação aos outros, já que todos nós erramos. Saber perdoar o próximo é essencial para a manutenção das relações interpessoais. Porém, para que nós mesmos consigamos encontrar a libertação e a paz interior, também é necessário aprendermos a perdoar a nós mesmos, praticando o autoperdão.

Nenhum de nós é perfeito. Erramos, mesmo na intenção sincera de acertar. Magoamos a nós e aos outros. E, nisso, muitas pessoas acabam levando essas culpas pela vida. “Se eu tivesse feito isso… se eu não tivesse dito aquilo…” e por aí seguem as acusações internas que nos paralisam.

Estagnados na culpa, não conseguimos progredir e aceitar-nos melhor como seres humanos. Assim, o autoperdão é fundamental para obtermos uma vida plena e cheia de significado. Continue a leitura e compreenda!

Saiba qual é a importância do autoperdão

Poucas coisas são tão nocivas como a falta de autoperdão. Afinal, quando criticamos a nós próprios de maneira incessante, corpo e mente sofrem consequências drásticas. Distúrbios biológicos e mentais são recorrentes em pessoas que se “autoflagelam” com condenações eternas por situações mal resolvidas consigo mesmo.

Por isso, é fundamental compreender a capacidade de libertação que o autoperdão proporciona ao ser humano. Nada é mais importante do que o sentimento de consciência limpa para conseguirmos seguir adiante no caminho da vida.

Deixe o passado para trás

Em muitos casos, a culpa que carregamos pode vir de algum erro cometido no passado. Intencional ou não, a atitude que tomamos naquele momento não pode mais ser desfeita. Portanto, é inútil ficarmos remoendo aquilo a todo instante. Não podemos voltar para consertar.

É preciso enterrar o passado e deixá-lo para trás, definitivamente. Compreender isso é uma atitude que nos trará paz de espírito, deixando nossa mente livre para olhar para o futuro e encarar tudo com mais maturidade.


Pratique o autoperdão

Muita gente confunde o autoperdão com resignação. Algo do tipo: “deixe tudo como está, eu sou assim mesmo”. Não caia nesse erro. Praticar o autoperdão significa identificar, sim, nossas falhas, mas sempre aceitando que somos seres humanos e sujeitos a erros.

Certamente, podemos errar em algum momento. Mas não simplesmente ignorar os fatos e deixar tudo como está. O autoperdão também implica em assumir a responsabilidade pelos nossos atos.

A prática está relacionada em entender que certas atitudes que tomamos, por mais que possam nos parecer questionáveis, estão relacionadas ao que consideramos, no nosso íntimo, naquele momento, que era o melhor a se fazer.

Assim, se não gostamos do que fizemos no passado, podemos e devemos trabalhar isso em nós de forma a não repetir tais atitudes no futuro. Isso é muito melhor e mais útil do que ficar simplesmente se culpando eternamente.

O autoperdão tem a ver com aceitar o passado, para poder abraçar o presente com coragem e compreensão, de modo que nos tornemos plenamente responsáveis pelas nossas atitudes.

Tenha como meta de vida daqui para frente: não se recrimine mais, não se condene mais. Agradeça sempre pela pessoa maravilhosa que foi, que é, e pela que ainda se tornará. Afinal, agradecer sempre também é uma postura de autoperdão e autoaceitação, que abre as portas para mais prosperidade, paz e alegria em nossas vidas.

Entenda como o autojulgamento é prejudicial ao autoperdão

O autojulgamento é a capacidade de avaliar as próprias atitudes e nos autocondenarmos pelos atos que realizamos ao longo da vida. Vale dizer que autojulgamento é diferente de autocrítica. Esse último é uma ferramenta fundamental para conseguirmos ver com clareza os nossos erros e conseguir melhorar atitudes futuras.

O autojulgamento, ao contrário da autocrítica, não possui viés didático e instrutivo. Composto por pensamentos tóxicos e destrutivos, ele nos leva à baixa autoestima, à estagnação, ao rancor e ao ódio de si mesmo.

Quando estamos imersos em um autojulgamento permanente prejudicamos, sem saber, a nossa evolução moral. Afinal, quando condenamos a nós mesmos eternamente por ações passadas ficamos presos a um tempo que não volta e, consequentemente, a todas as mágoas e erros que causamos a nós mesmos e aos outros.

Portanto, saiba aprender com seus erros. Avalie as atitudes negativas e utilize como exemplo para não realizar novamente tais atos. Porém, não se prenda a esses momentos e nem às consequências que tais ações geraram em sua vida. Afinal, todos nós somos feitos de erros e acertos. É o fluxo natural da vida.


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Conheça os sintomas que podem ser consequência da falta de autoperdão

Muitas pessoas não sabem, mas a falta de autoperdão pode causar graves consequências — que impactam diretamente no desenvolvido das capacidades humanas. O julgamento excessivo e a falta do autoperdão podem abalar negativamente tanto aspectos físicos como emocionais.

Alguns sinais são comuns, como dores de cabeça excessiva, dores musculares, cansaço diário, etc. Em alguns casos, a falta de autoperdão pode agravar doenças já existentes, como problemas digestivos (gastrite nervosa, má absorção intestinal, etc.), labirintite, distúrbios alimentares, entre outros.

No que se refere a problemas mentais e emocionais, não perdoar a si mesmo pode despertar inúmeros gatilhos emocionais para doenças psíquicas e de ordem sentimental. Além disso, o stress gerado pela falta de perdão pode agravar quadros de ansiedade, síndrome do pânico e, até mesmo, depressão.

Mas não se desespere! Esses sentimentos podem ser aliviados e revertidos com ajuda profissional e também com exercícios mentais capazes de superar sentimentos autodestrutivos.

Confira exercícios mentais para auxiliar a prática do autoperdão

  • repita a si mesmo, todos os dias: “eu estou ciente das minhas atitudes e não posso mudar meu passado. Por isso, me perdoo por tudo o que já fiz e prometo ser melhor a partir das experiências que vivi”;
  • escreva em sua agenda ou caderno pessoal quais foram seus maiores aprendizados e superações já vivenciadas até o momento. Saiba agradecer pelas coisas boas e também seja grato por ter aprendido a superar os obstáculos e decepções;
  • aprenda a viver o hoje. Tire um momento do seu dia para avaliar e apreciar todos os acontecimentos que aconteceram e tente enxergar o lado bom de tudo o que acontece;
  • peça perdão a si mesmo e aceite o gesto com o coração. Olhe para o espelho e repita diariamente: “eu me perdoo pelas minhas falhas cometidas conscientemente e por aquelas que fiz sem más intenções. Me perdoo pelas mágoas que causei a mim e a outras pessoas. Me perdoo pelas decisões erradas que tomei e por aquelas que deixei de tomar. Me perdoo pelas oportunidades que perdi, pelas pessoas que deixei e por aquilo que não vivi. Estou pronto para receber o novo”.

É importante ressaltar que o autoperdão deve ser uma prática diária. Por isso, repita os exercícios todos os dias, até que você sinta que está liberto das amarras do passado. Trabalhar o autoperdão é aceitar quem você é. Isso incluiu, principalmente, admitir suas qualidades, falhas, defeitos, erros e acertos.

É ter consciência de que somos seres mutáveis, suscetíveis a erros e acertos. Afinal, somos feitos de experiências. Cada decisão que tomamos na vida fez com que nós sejamos quem somos hoje. Não há escolhas ruins. Há escolhas que nos trazem alegrias e há decisões que nos trazem aprendizados. O importante é saber conviver com cada um delas.

Lembre-se que desenvolver o autoperdão não é uma tarefa fácil. Afinal, você está trabalhando com suas mais profundas emoções e redescobrindo quem é. Mas não é algo impossível. Basta acreditar em si mesmo e em suas potencialidades como ser humano.

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3 Comentários

  1. Daniela disse:

    Que excelente texto ! Estou passando por isso agora na minha vida! Me recriminando por erros do passados e ler o texto foi um bálsamo ! Auto perdão é algo que preciso fazer para viver melhor

  2. Francisca disse:

    Ótimo texto, estou vivendo exatamente isso hj, o arrependimento,e a auto condenação. Preciso do auto perdão, mais não estou conseguindo

  3. Joelson Barreto disse:

    Já estive assistindo este filme com o passamento de meus Pais, dois irmãos e um filho.Hoje já superei estas imagens que me sufocavam.Faço a prática do perdão e me sinto mais leve com relação as minhas culpas.Honestamente me sinto em harmonia com meus entes queridos que se encontram no andar de cima.kkkkk.Obrigado Professor Adailton por tudo que escreve.

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